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terça-feira, dezembro 12, 2017

PERITO DA POLÍCIA FEDERAL CONSEGUE EXTRAIR "CHAVE SECRETA" EM TESTE DE URNA ELETRÔNICA

Segundo o site O Antagonista, um perito da Polícia Federal conseguiu extrair a denominada “chave secreta” em teste com as urnas eletrônicas que vêm sendo submetidas a testes de segurança tendo em vista as eleições de 2018.

Grupos de especialistas que participaram do teste de segurança das urnas eletrônicas conseguiram invadir o sistema e detectar diversas falhas. O TSE - segundo O Antagonista - admitiu o problema e prometeu corrigir as falhas. Nesta terça-feira o TRE emitiu um relatório sobre as falhas.

Como têm advertido diversos especialistas em segurança do voto eletrônico as velhas urnas em uso há mais de 20 anos pelo TSE não oferecem segurança além de não possuir nenhum mecanismo que permita uma auditoria.
Segundo esses especialistas, as máquinas de votação de nova geração permitem além do voto eletrônico também o voto impresso simultâneo que fica depositado em uma urna para eventual auditoria.

Mesmo assim, alguns especialistas ainda vêem perigo de fraude. Um desses especialistas disse recentemente a este blog que teria de haver a assinatura de autoridade eleitoral em todos rolos de papel que registram cada voto eletrônico e que vão ser lidos em máquina que faz a totalização dos votos. Sem um mecanismo de segurança confiável permanece a possibilidade de fraude na contagem dos votos, como a possibilidade de troca desses rolos por outros de programação diferente.

Enfim, continua pesando a fundada desconfiança dos eleitores quanto à lisura do pleito e, sobretudo, o processo de apuração dos votos.

A NOVIDADE DE JAIR BOLSONARO É REAFIRMAR AQUILO QUE É ESSENCIAL


O presidenciável deputado Jair Messias Bolsonaro tem razão em citar de forma insistente a importância das escolas administradas pelas Polícias Militares em diversos cidades brasileiras. Neste vídeo acima postado em sua página no Facebook as cenas e depoimentos durante a solenidade de formatura dos alunos de escola mantida pela PM em Anápolis, no Estado de Goiás, da qual o presidenciável participou na semana passada.

Quando se sabe da esculhambação em que foram transformadas as escolas e universidades brasileiras sobretudo depois dos governos de FHC, Lula et caterva, vale a pena ver este vídeo com  depoimentos de pais de alunos e o ambiente da formatura.

Ordem e disciplina não fazem mal a ninguém. Muito pelo contrário, formam cidadãos mais responsáveis, mais educados e preparados para enfrentar as vicissitudes da vida.

Entretanto, eventos como este jamais são pautados pelo jornalismo da grande mídia. Jamais serão assuntos para o dito "show da vida", da famigerada Rede Globo.

O gosto pela ordem, a organização e a disciplina é vilipendiado para dar lugar à imoralidades de toda ordem preconizadas pela ditadura "do pensamento politicamente correto" e emolduradas pela "diversidade bundalelê".

E o mérito de trazer ao conhecimento público esta realidade cabe exclusivamente ao deputado Jair Bolsonaro. E não é a primeira vez que em sua página do Facebook, onde dialoga diretamente com os brasileiros, que o presidenciável traz ao debate a questão educacional e se refere com razão às escolas mantidas pelas Policias Militares. Tanto é que Lula e seus sequazes tinham em pauta acabar com a Polícia Militar.

É a primeira vez na história política do Brasil que este assunto é exultado por um político na condição de pré-candidato presidencial, fato que comprova o estado de anarquia que tomou conta do Brasil depois que os militares entregaram o poder à turma chefiada pelo famigerado FHC. Sim, porque ele é o chefe geral da camorra esquerdista que fincou suas garras no coração do Brasil.

Não é à toa que a página do Facebook de Jair Bolsonaro deve totalizar nos próximos dias 5 milhões de seguidores. Um número e tanto se levarmos em conta os analfabetos políticos e oportunistas de todos os matizes que integram o eleitorado brasileiro, lamentavelmente.

Mas enquanto a turma comandada por FHC chafurda no lodaçal da mentira, da corrupção e da roubalheira desbragada dos cofres da Nação, a grande mídia se dedica a escarafunchar a vida pregressa de Jair Bolsonaro para tentar execrá-lo de alguma forma.

Ora, Jair Bolsonaro não é nenhum semi-deus, mas um mortal de carne e osso como todos nós. Sua performance incontestável ocorre justamente pelas suas propostas que mais não são que coisas tão simples, triviais e imutáveis como o dia e a noite. Que no mundo dos seres humanos existem homens, mulheres, família, filhos, estudo, trabalho e a necessidade suprema de paz e segurança.

A rigor, as propostas de Bolsonaro são compostas de pregações e reivindicações simples e normais, mas que se transformam em excentricidades pelo avanço do dito "pensamento politicamente correto" e a dita "diversidade", a filosofia bundalelê evocada pelos esbirros esquerdistas que dominam a grande mídia com a complacência dos grupos econômicos que a controlam. A esses grupos interessa muito um regime estatizante que anule a linha que divide o que é público e o que é privado.

Um bom começo para o alcance de tal desiderato é justamente o que denominam "diversidade", um conceito "camaleão", de aplicabilidade infinita de acordo com as circunstâncias. Ao lado da grande mídia está o sistema educacional como responsável pela lavagem cerebral do alunado. Menos, é claro, dentro das escolas militares.

Por tudo isso Bolsonaro se transforma em novidade, embora pregue a conservação dos principais pilares da cultura ocidental. Mas por meio da grande mídia é transfigurado e apresentado como pessoa excêntrica, de extrema direita, um maluco e coisas do gênero, embora grosso modo, uma das teses do conservadorismo é manter o que é bom e salutar e mudar o que é nefasto, desagradável e que ameaça a vida.

Em síntese, destacar a performance das escolas militares é uma forma de demonstrar que é possível mudar o Brasil e que mudança nos rumos do país passa obrigatoriamente pela educação. E não será em escolas anárquicas com salas de aula com pichações em suas paredes exultando a "diversidade" bundalelê ou em formaturas marcadas por protestos e coisas do gênero que se construirá uma Nação com paz e segurança. Os alunos de hoje serão os cidadãos de amanhã, os profissionais nas diversas áreas, os pais de família, os políticos etc.

Simples assim. Bolsonaro não inova. Reafirma e resgata o essencial.

Sponholz: Coisa de louco!


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segunda-feira, dezembro 11, 2017

POR QUE BOLSONARO TEM ESSA FORÇA ELEITORAL?


Dia desses o presidenciável Jair Messias Bolsonaro esteve em Goiás e passou por Anápolis para prestigiar solenidade de formatura de Escola Militar. Na ocasião foi entrevistado por emissora de televisão local. Ao final, um Secretário municipal e um vereador comentaram a visita de Bolsonaro a Goiás, como mostra o vídeo acima.

Em suas visitas pelos Estados brasileiros Jair Bolsonaro é cercado constantemente por populares que não dispensam uma "selfie", com o presidenciável. Coisa rara de ocorrer com os demais políticos que dependem de claque contratada para paparicar.

Este é o clima político-eleitoral brasileiro na atualidade, a menos de um ano da eleição presidencial que ocorrerá em outubro de 2018.

Deve-se acrescentar o fato de que Bolsonaro tem contra si a totalidade da grande mídia que quando não o agride pura e simplesmente tenta de algum jeito criar uma situação embaraçosa por meio das famigeradas fake news.

Por enquanto o esquema de destruí-lo não surtiu qualquer efeito. Haja vista centenas de episódios em uma farta coleção de vídeos disponíveis na internet mostrando Bolsonaro sendo carregado nos ombros de populares. 

Verdade seja dita, Jair Bolsonaro corre praticamente sozinho e é o único político brasileiro que pode aparecer em público sem qualquer constrangimento. Muito pelo contrário. Onde aparece imediatamente é abraçado e cumprimentado por eleitores que se orgulham em posar com o pré-candidato para fotografias e vídeos. Algo inaudito na atualidade onde a maioria dos políticos foge do povo como o diabo foge da cruz.

Sim. Bolsonaro é um ponto fora da curva. E por isso o establishment está inquieto, espumando de raiva. Bolsonaro por enquanto aparece como o único líder capaz de evitar a venezuelização do Brasil. 

A percepção dessa tragédia anunciada por parte das pessoas aumenta a cada dia que passa e faz migrar todos os votos em direção a Bolsonaro. Os que deploram Bolsonaro fazem parte do esquema PT-PMDB-PSDB que resultou no petrolão, a maior roubalheira de dinheiro público do mundo e que mergulhou o Brasil e os brasileiros nessa deplorável situação. O Brasil está completamente sucateado, o povo sujeito à violência e à insegurança total e irrestrita como nunca aconteceu antes, situação já muito parecida com a Venezuela. Esta é a verdade!

Sponholz: Ladrões!

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sábado, dezembro 09, 2017

EM 2011 BOLSONARO DENUNCIOU DA TRIBUNA DA CÂMARA QUE LULA HAVIA RECEBIDO DINHEIRO DA LÍBIA, MAS A GRANDE MÍDIA E AUTORIDADES SIMPLESMENTE IGNORARAM.


A revista Veja adiantou sua edição deste final de semana. Ontem, quinta-feira anunciou como matéria de capa "exclusiva" uma reportagem sobre parte da proposta delação do indigitado petista Antonio Palocci, preso pela Operação Lava Jato, denunciando que o PT e seu líder máximo, Lula, receberam dinheiro da Líbia, pelas mãos do então ditador Muamar Kadafi.

Entretanto, a grande mídia fez ouvidos moucos quando, em 2011, da tribuna da Câmara, o deputado e atual presidenciável Jair Messias Bolsonaro, denunciou que Lula havia recebido dinheiro da Líbia.

Nesta sexta-feira, Bolsonaro postou em sua página no Facebook o vídeo de seu pronunciamento de 2011, com a seguinte legenda: "Em 2011, da Tribuna, falei sobre o dinheiro que Lula recebeu de Kadafi na Líbia. Hoje o assunto aparece em delação de Palocci. Espero, agora, que o registro do PT venha a ser cassado."

Em 2011, o deputado Jair Messias Bolsonaro era tratado com desprezo, como sempre foi até hoje, pelos jornalistas que cobrem o Congresso Nacional que, a bem da verdade, não passam de estafetas do próprio PT, do PMDB, do PSDB e demais agremiações esquerdistas e seus sequazes.

Ao que tudo indica a reportagem de capa de Veja servirá mais para conceder notoriedade à proposta de delação de Palocci tendo e mira sua homologação pelo Ministério Público, embora a lei puna com a proscrição o partido político que receber dinheiro de fontes estrangeiras.

Vamos então fazer o derradeiro teste para ver se as ditas "instituições" estão realmente funcionando...

Sponholz: Luizinho 171.

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sexta-feira, dezembro 08, 2017

A CRISE BRASILEIRA E O RONCO DA CASERNA

É sempre um alento para os brasileiros saber que a caserna não está surda. Afinal, se estivesse já estaríamos vivendo a trágica experiência da Venezuela, onde o golpe comunista foi aplicado em câmera lenta. Chávez foi eleito presidente do país em 1999 de onde saiu para o cemitério em 2013, vítima de um câncer.

Como era coronel do Exército, Chávez tinha ascendência sobre o estamento militar e cooptou suas principais lideranças, sendo que as Forças Armadas daquele país passaram a ser as fiadoras da aventura bolivariana que culminou recentemente na comunização da Venezuela.

Portanto, não deixa de ser muito importante o artigo publicado no jornal O Estado de S. Paulo, de autoria do ex-Chefe do Estado Maior da Defesa, General da Reserva/1, Rômulo Bini Pereira. Ainda que marcado pela discrição o escrito do General Bini não deixa de ser um alerta e também uma resposta às preocupações e os temores da maioria da população brasileira ante à escalada da corrupção e da pilhagem do erário nacional que resultou no sucateamento de todo o Brasil. Aliás, a mesma ocorrência vista na Venezuela nos anos que antecederam o recente golpe comunista desferido pelo filhote do defunto caudilho Hugo Chávez.

Portanto vale a pena ler o artigo do General Rômulo Bini Pereira, que transcrevo na íntegra. Leiam:

PESOS E CONTRAPESOS
Por Rômulo Bini Pereira (*)
Transcrito do jornal O Estado de S. Paulo
Gal. Bini Pereira, quando Chefe do Estado-Maior
O comandante do Exército, general Villas Bôas, em recente mensagem aos seus subordinados da reserva expôs com muita propriedade o papel da Força terrestre no atual cenário político. Chefe e líder inconteste, assegura, em suas palavras, que não somos a tutela da Nação e nossas instituições são capazes de conduzir os problemas da crise ética e moral por que passamos. Enfatiza ainda que o Exército continua mantendo suas posições quanto à legalidade, à legitimidade e à estabilidade em suas ações, atitude também adotada por suas coirmãs, a Marinha e a Força Aérea. É essa postura que lhes dá reconhecida credibilidade perante o povo brasileiro.
O teor da mensagem, já anteriormente constante em entrevistas e reportagens de nosso comandante, indica que um possível motivo de sua exposição seja o crescimento, em nossa sociedade, de adeptos da adoção de uma intervenção militar no poder constituído para a solução dos atuais problemas brasileiros. O militar da reserva, bem mais próximo do público civil, sente com maior intensidade esse crescente pedido de intervenção.
De modo surpreendente, é na faixa de idade mais jovem que mais cresce essa posição. Frustrados e decepcionados com as nossas lideranças, os jovens não veem uma solução concreta e plausível em curto prazo. As soluções admissíveis que poderiam eliminar essa proposta antidemocrática são raras, o que tem propiciado o surgimento de graves e constantes crises nestes últimos 30 anos, fruto de governos incompetentes e corruptos.
Nosso comandante aproveita o ensejo para reafirmar que nossas principais instituições e nosso sistema de pesos e contrapesos no processo político estão consolidados. É oportuno salientar que este último é a base fundamental que sustenta o regime democrático. É ele que equilibra os debates, as decisões e as vertentes ideológicas que surgem e poderão apontar à sociedade o melhor caminho a seguir. Ao citar a expressão pesos e contrapesos, é bem provável que o general Villas Bôas esteja enviando um precavido e sutil alerta à Nação, em particular aos integrantes do Judiciário. Isso porque tal citação faz surgir de forma subliminar a figura da balança de dois pratos, consagrada mundialmente como o mais significativo símbolo da justiça.
Infelizmente, para grande parte da sociedade brasileira, não chegamos a um nível democrático que nos dê esse equilíbrio. Para muitos, incluídos os intervencionistas, o sistema inexiste e o processo político está voltado, exclusivamente, para interesses individuais ou de grupos partidários. Questionamentos são sempre feitos nas possíveis soluções das crises que surgem. Para quê? Para quem? Para onde? O interesse do País raramente está presente nas respostas, ficando quase sempre em segundo plano.
Recentes fatos políticos e judiciais validam esses questionamentos. A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) optando pela prévia aprovação das Casas legislativas para a adoção de medidas cautelares impostas a parlamentares é um exemplo. O corporativismo prevalecerá e políticos acusados de crimes estarão imunes e receberão a chancela de inocentes. Outro exemplo foi o incompreensível pedido de vista de um ministro do STF após sete votos favoráveis a pôr fim à imunidade parlamentar, um enorme anseio da sociedade. O pedido não visa um conhecimento maior da causa, mas sim um prazo ampliado que possibilite o Congresso concluir a votação de emenda constitucional do mesmo tema. Se considerarmos que duas centenas de congressistas são processados no STF, a queda da imunidade provavelmente não passará – e nem todos os brasileiros serão iguais perante a lei. Será uma contraposição entre o Judiciário e o Legislativo, advindo certamente outra crise entre eles.
E como se não bastasse, há outro exemplo lamentável. Em sua posse, na presença do presidente da República, o novo diretor da Polícia Federal declarou que uma única mala talvez não desse toda a materialidade criminosa. Referia-se a uma das componentes da denúncia da Procuradoria-Geral da República contra o presidente, justamente quando assumia o cargo que lhe foi dado pelo denunciado. Com certeza uma declaração adrede preparada e comprometida.
Tais exemplos demonstram que no mais alto nível da República o sistema de pesos e contrapesos não funciona como deveria e prima pelo desequilíbrio, sendo, por isso mesmo, comprometido e não confiável, justamente por predominarem os conchavos, os interesses individuais e de grupos, a troca de vantagens e de benesses à sombra de um Congresso subornável e de uma Justiça “partidária”. As medidas cautelares, o pedido de vista do ministro e a atitude comprometida, tríade degradante para muitos brasileiros, reforçam o descrédito dos nossos três Poderes perante a sociedade.
Segundo publicações veiculadas pelas redes sociais, um trecho de declaração atribuída ao general Figueiredo, último presidente militar, dirigida ao mundo político, chocou a sociedade: “... jogarão a Nação num lamaçal de dimensões continentais, onde o povo afundará na corrupção, na roubalheira, na matança até que se instaure o caos social, seguido de uma guerra civil”. Mesmo que não seja verídica, muitos adeptos da intervenção militar já consideram profética tal declaração.
O Brasil precisa encontrar soluções para os enormes impasses que vivemos, para que nenhuma ilegalidade esteja acima do interesse do povo brasileiro. As forças vivas da Nação, movidas pelos homens de bem, incluindo as Forças Armadas, não podem permitir que condutas irresponsáveis e antipatrióticas se tornem costumeiras em nossa vida pública, por atingirem frontalmente os princípios éticos e morais que conduzem um regime democrático e que resultarão num arremedo de democracia.
(*) General de exército (R/1), foi chefe do Estado-Maior da Defesa

Sponholz: Os sem-vergonhas.

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quinta-feira, dezembro 07, 2017

ISRAEL, CAPITAL JERUSALÉM. MAIS UMA DECISÃO FUNDAMENTAL DO PRESIDENTE DONALD TRUMP EM DEFESA DO OCIDENTE.



Como não poderia deixar de ser a grande mídia nacional e internacional voltou a endoidar. Está inconformada com o desempenho do governo do Presidente Donald Trump, que inclui suas recentes vitórias no Congresso como o corte nos impostos, além da decisão da Suprema Corte ter validado a decisão do governo Trump de colocar um fim na invasão de imigrantes ilegais. 
E, para coroar essa torrente de bonança que leva ao pé da letra seu slogan de campanha "Make America Great Again", o Presidente Donald Trump anunciou uma medida que estava na gaveta desde 1995, o reconhecimento da Jerusalém como a capital de Israel.
Tanto é que o português socialista secretário-Geral da ONU, António Guterrez, endoidou, como endoidaram seus asseclas dessa mega ONG esquerdista, embora tenha sido a própria ONU que oficializou a criação do Estado judeu na memorável Assembléia em 14 de maio de 1948.
O site Tradutores de Direita, em cima do lance, traduziu com legendas em português o momento em que o Presidente Donald Trump anunciou a boa nova, para júbilo do povo judeu e o desespero da esquerdalha comandada pelo chefete da ONU, o capataz-mor dos globalistas decididos a destruir a cultura ocidental.
Transcrevo a anotação dos Tradutores de Direita:
"No dia 23 de outubro de 1995, o Congresso americano aprovou o Jerusalem Embassy Act que determina a mudança da embaixada americana de Tel Aviv para Jerusalém. Nenhum presidente, desde então, teve coragem para cumprir essa lei. Isso mudou hoje.
Em decisão histórica, nesta quarta-feira (6), o presidente Donald Trump cumpriu uma de suas grandes promessas de campanha e reconheceu, oficialmente, Jerusalém como a capital do Estado de Israel. Trump orientou o Departamento de Estado a iniciar o processo de mudança da embaixada americana de Tel Aviv para Jerusalém. O deslocamento de mil funcionários do corpo diplomático em Tel Aviv não será imediato, pois requer a construção de novas instalações para a nova embaixada. Jerusalém já é a sede do Legislativo e do Judiciário israelense."
Note-se, como se diz na gíria que o "buraco e mais embaixo", vindo a calhar um artigo super especial do site Gatestone, assinado pelo jornalista Jean Patrick Gumberg que passa a limpo a história fajuta da dita "palestina". Recomendo muito que leiam o artigo completo que transcrevo logo abaixo. Noto, todavia, que postagem com este conteúdo os estimados leitores não encontrarão em nenhum veículo da grande mídia.
Como podem notar tenho me dedicado a oferecer aos estimados leitores justamente essas informações que por incrível que pareça jamais são pautas da grande mídia. Este é o viés editorial deste blog. O objetivo é conceder aos leitores o sagrado direito de obter informação em vez de proselitismo esquerdista barato. Esta, aliás, é a principal tarefa do jornalismo verdadeiro onde a acurácia ocupa o lugar de destaque supremo. A postagem é meio longa, porém essencial para avançar no conhecimento da realidade dos fatos que são sonegados por uma imprensa dedicada a promover a deletéria doutrinação em massa por meio do velho esquema do "marxismo cultural". Leiam:
QUANDO FOI CRIADO O “POVO PALESTINO”?
O GOOGLE TEM A RESPOSTA.
Por Jean Patrick Gumberg (*)
Tradução: Joseph Skilnik
Em um editorial do Guardian de 1º de novembro de 2017, antecedendo o 100ºaniversário da Declaração Balfour, o presidente da Autoridade Palestina (AP), Mahmoud Abbas, pediu à Grã-Bretanha que "peça desculpas" pelo século de "sofrimento" que o documento, segundo ele, trouxe ao "povo palestino". Abbas reiterou as reivindicações que vem fazendo desde 2016, para justificar uma surreal ação judicial que ele ameaça ingressar contra a Grã-Bretanha por ela apoiar a "criação de uma pátria para um povo (judeu), afirma ele, "resultando na desapropriação e perseguição contínua de outro".
"Palestinos" eram os judeus que viviam juntamente com muçulmanos e cristãos em uma terra chamada Palestina, que estava sob administração britânica de 1917 a 1948.
Todos aqueles que nasceram naquele território durante o período do mandato britânico tinham o termo "Palestina" carimbado nos passaportes. Acontece que os árabes ficavam ofendidos quando eram chamados de palestinos. Eles reclamavam: "não somos palestinos, somos árabes. Os palestinos são os judeus".
Bernard Lewis explica:
"Com o surgimento e disseminação de ideologias pan-árabes, os palestinos começaram a fazer questão em afirmar que eles eram árabes, não sírios do sul. Ao longo do período remanescente do mandato britânico e por muitos anos depois disso, as organizações palestinas se autodenominavam árabes e manifestavam sua identidade nacional em termos árabes, não em termos palestinos, nem em termos sírios".
Quando Israel declarou a independência em 14 de maio de 1948, os exércitos de cinco países árabes se uniram para destruir no berço a incipiente nação judaica. Após serem derrotados, uma parcela de árabes locais que haviam fugido da guerra queriam voltar, mas eram considerados quinta coluna não sendo portanto permitida a sua volta. Os árabes leais permaneceram em Israel durante a guerra e seus descendentes ainda estão em Israel, representando hoje um quinto da população do país. Eles são conhecidos como árabes israelenses. Eles têm os mesmíssimos direitos dos judeus, com a exceção de que não são legalmente obrigados a servirem o exército. Eles podem se voluntariar a servir se assim o desejarem.
Os árabes israelenses têm seus próprios partidos políticos. Eles são membros do Knesset (Parlamento de Israel) e trabalham em todas as profissões. A moral da história é ou deveria ser: não comece uma guerra a menos que esteja preparado para a derrota, como aconteceu recorrentemente com os árabes de Israel e com seus vizinhos em 1947/1948, 1967 e 1973.
A propósito, o território mantido pelo Mandato Britânico da Palestina como fiel depositário para os judeus, inicialmente incluía todas as terras que hoje pertencem ao Reino da Jordânia, que teve sua independência concedida em 1946 como Reino da Transjordânia.
Menos de uma semana após a publicação do artigo no GuardianOmar Barghouti, incitador das investidas de hoje de destruir Israel por meio do sufocamento da economia, ecoou Abbas em um artigo publicado na revista Newsweek, dizendo que a Declaração Balfour é "uma tragédia para o povo palestino".
O mesmo sentimento foi manifestado no final de setembro em uma palestraproferida por Rashid Khalidi − Edward Said Professor of Modern Arab Studies at Columbia University − no Centro Hagop Kevorkian de Estudos do Oriente Médio na cidade de Nova York: a Declaração Balfour "lançou um agressão que já dura um século contra os palestinos visando implantar e promover esta pátria nacional, mais tarde Estado de Israel, às suas custas..."
As alegações de Khalidi assim como as de Abbas e Barghouti são falsas. Antes da criação do Estado de Israel em 1948 não havia "palestinos". Conforme declaração do proeminente historiador e especialista libanês/americano sobre o Oriente Médio, Philip Hitti, em seu depoimento perante a Comissão de Inquérito Anglo-Americana de 1946: não existe essa coisa de Palestina na história, de jeito algum".
Os autores Guy Millière e David Horowitz analisaram detalhadamente a matéria no livro de 2015 Comment le peuple palestinien fut inventé ("Como o povo palestino foi inventado"), ilustrando que o propósito do embuste é o de "transformar uma população em uma arma de destruição em massa contra Israel e o povo judeu, para demonizar Israel e para fornecer ao totalitarismo e ao antissemitismo formas de agir".
A manobra deu certo, por um tempo funcionou bem acima das expectativas. O termo "palestinos" foi usado no mundo inteiro, inclusive em Israel, para se referir aos árabes que vivem na Cisjordânia e em Gaza. Muitas vezes o termo é empregado também para se referir aos árabes com cidadania israelense. A narrativa segundo a qual os judeus expulsaram os árabes ao estabelecerem um estado contradiz integralmente os fatos.
Quais são esses fatos? Quando foi, na realidade, criado o "povo palestino"? Usando simplesmente o Google Ngram Viewer se tem a resposta.
Ngram é um banco de dados que mostra a frequência que uma expressão aparece em livros publicados entre os anos 1500 a 2008. Quando um usuário insere o termo "povo palestino" e "estado palestino" na barra de pesquisa Ngram, ele percebe que o termo começa a aparecer somente em 1960.
Na carta datada de 2 de novembro de 1917 enviada a Walter Rothschild, líder da comunidade judaica da Grã-Bretanha, o Ministro das Relações Exteriores, Lord Balfour, salienta:
"O governo de Sua Majestade encara favoravelmente o estabelecimento na Palestina de um lar nacional para o povo judeu e empregará todos os seus esforços no sentido de facilitar a realização desse objetivo, entendendo-se claramente que nada será feito que possa atentar contra os direitos civis e religiosos das coletividades não judaicas existentes na Palestina (itálico adicionado), nem contra os direitos e o estatuto político de que gozam os judeus em qualquer outro país".
Para completar, além do Ngram, também há as palavras do líder da OLP, Zuheir Mohsen, que em entrevista concedida em março de 1977 ao jornal holandês Trouwc ressaltou:
"O povo palestino não existe. A criação de um estado palestino é apenas um meio para continuar a nossa luta contra o Estado de Israel em nome da unidade árabe. Na realidade, hoje não há nenhuma diferença entre jordanianos, palestinos, sírios ou libaneses. Somente por razões políticas e táticas falamos hoje sobre a existência de um povo palestino, uma vez que os interesses nacionais árabes exigem que postulemos a existência de um povo palestino distinto para se opor ao sionismo.
"Por razões táticas, a Jordânia, que é um estado soberano com fronteiras definidas, não pode reivindicar Haifa e Jaffa, ao passo que como palestino, posso indubitavelmente exigir Haifa, Jaffa, Beer-Sheva e Jerusalém. No entanto, no momento em que resgatarmos o nosso direito sobre toda a Palestina, não demoraremos sequer um minuto para unirmos a Palestina e a Jordânia". 
(*) Jean Patrick Grumberg é jornalista do site de notícias de língua francesa Dreuz.

Sponholz: Feliz Natal Brasil!

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quarta-feira, dezembro 06, 2017

MAKE AMERICA GREAT AGAIN! TRUMP DÁ UMA RASTEIRA NO ESTABLISHMENT, CORTA IMPOSTOS E DEIXA OS JORNALISTAS DA GRANDE MÍDIA ENLOUQUECIDOS.

Presidente Donald Trump: mais uma tacada certeira deixando o jornalismo da grande mídia de calças na mão. Foto: Gazeta do Povo
Não tem preço ver o jornalismo esquerdista tentar tirar leite de pedra. Isto acontece sempre quando aparece um Donald Trump disposto a fazer picadinho desses psicopatas que vivem enchendo o saco nas televisões e nos jornalões. Loucos, ensandecidos, dando chiliques, essa gente felizmente está dando um auto-golpe de misericórdia no que restava da grande mídia. Ninguém mais quer ler, ver e ouvir fake news.
Um exemplo desse comportamento bizarro dos jornalistas ficou muito claro agora depois que o Senado americano aprovou o pacotão de corte de impostos proposto pelo Presidente Donald Trump.
Aliás, uma coisa que os esquerdistas odeiam. Diminuir a carga tributária que engorda os cofres do deep state é uma evidência de que os caraminguás estatais que a media bias adora, tendem a desaparecer.
A propósito o escritor e publicitário Alexandre Borges escreveu um artigo na Gazeta do Povo que resume tudo. Transcrevo logo abaixo.
Ao mesmo tempo, Alexandre Borges ilustrou seu escrito com um vídeo muito didático com a providencial tradução dos Tradutores de Direita.
- Governos indisciplinados - assinalam os TD - gastam mais do que arrecadam. Comumente, a primeira solução para ajudar a tirar o orçamento do vermelho é o aumento da carga tributária. O pensamento comum é o de que quanto maior for a carga tributária, maior será a receita do governo.
No vídeo, Tim Groseclose, professor de Ciências Políticas e Economia, nos apresenta de maneira simples um conceito muito importante na Economia: a Curva de Laffer. Ele nos explica a real relação entre taxas tributárias e arrecadação, e como altas taxas tributárias podem causar o efeito inverso ao que se espera, ou seja, podem sufocar a economia e diminuir a receita ao invés de aumentá-la.
Segue o vídeo e na sequência o excelente artigo de Alexandre Borges. Vejam o vídeo e não deixem de ler o artigo:
A MAIOR VITÓRIA CONTRA O SOCIALISMO
DESDE A QUEDA DO MURO DE BERLIM
Por Alexandre Borges
Transcrito da Gazeta do Povo
Se numa guerra a primeira vítima é a verdade, a atual blitzkrieg da imprensa contra o corte de impostos aprovado pelo senado americano tem como alvo a própria essência do liberalismo e do livre mercado. Numa época menos surrealista, haveria Carnaval antecipado nas ruas das principais cidades do Ocidente.
A militância das redações tem espalhado dois mitos ideológicos socialistas sobre as medidas: cortar impostos serve para “beneficiar os ricos”  e que haverá “queda de arrecadação e aumento do déficit”, ignorando o aumento de arrecadação proveniente das próprias medidas.
As duas afirmações não têm qualquer base nos fatos, na história e na teoria econômica liberal, mas nada que impeça os arautos do fim do mundo de usarem seus megafones para tentar espalhar o caos e socializar o pânico que eles mesmos estão sentindo. Só os estatistas, intervencionistas e inflacionistas têm motivos para desespero com a iminência de uma América de volta às origens e pronta para retomar o crescimento.
Da última vez que a América promoveu um pacotão de corte de impostos desta magnitude, implementado por Ronald Reagan ainda no seu primeiro ano de governo, a maior superpotência do mundo iniciou um período inédito de 25 anos de prosperidade. Uma época fascinante de inovações tecnológicas que disparou a revolução dos computadores pessoais, seguido dos celulares e da internet, chegando ao fim da URSS sem o disparo de um único tiro. Nunca subestime o que uma América em crescimento pode fazer pelo mundo.
O primeiro pacote importante de corte de impostos da América ocorreu durante os anos 20 do século passado, iniciado no governo Warren G. Harding e seguido por Calvin Coolidge, ídolo de Reagan e de qualquer liberal que se preze. A política econômica destes dois presidentes republicanos foi a responsável pelos “loucos anos 20”, pela universalização da eletricidade e do saneamento nas casas dos americanos, a popularização do automóvel, da geladeira, do rádio, do estilo de vida urbano moderno e da consolidação do país como a maior potência mundial.
A prosperidade de 1920 a 1928 foi interrompida abruptamente pelas barbeiragens do progressista Herbert Hoover, um intervencionista típico que aumentou impostos e tarifas alfandegárias iniciando uma série inédita de medidas estatizantes para combater as causas da queda da Bolsa de NY em 1929. Como sempre acontece, acabou jogando ainda mais combustível na crise e transformando uma marola num tsunami. A entrada de Franklin Roosevelt em 1932, com seu famigerado New Deal inspirado na política econômica da Itália fascista, foi o tiro de misericórdia na economia que levou à Grande Depressão e, no limite, à Segunda Guerra Mundial.
Outro presidente que promoveu um corte significativo de impostos foi John Kennedy. Assim como Hebert Hoover foi um republicano que agiu como democrata, JFK era um democrata que, economicamente, sempre esteve mais alinhado com o pensamento tradicional republicano e liberal clássico. O jovem presidente cortou a mais alta alíquota de mais de 90% para 70% e as receitas governamentais aumentaram 33% nos anos seguintes.
A década de 70, uma das mais conturbadas politicamente na América por conta da renúncia de Richard Nixon, deixando o país no controle dos democratas e do obtuso Jimmy Carter, jogou a economia numa espiral de decadência com inflação de dois dígitos, desemprego e baixo crescimento. O desastre foi batizado de “estagflação”, uma combinação perversa de estagnação com inflação que desmoralizou os tradicionais manuais keynesianos e que os brasileiros conhecem bem pela “Nova Matriz Econômica” do lulismo que levou aos mesmos resultados.
Ao assumir em 1981, Ronald Reagan disse com toda clareza ao mundo que o governo não daria a resposta para a crise, pelo contrário, ele era o causador da crise. Os resultados foram dos mais impressionantes que se tem notícia, não apenas em crescimento econômico mas também em arrecadação de impostos, valor de dobrou durante a década mágica comandada pelo último grande estadista do planeta.
Não há dúvidas de que corte de impostos leva a mais desenvolvimento, empregos e arrecadação, beneficiando a todos, com exceção dos vampiros de sempre que se alimentam sugando o sangue dos contribuintes. Como se não bastasse, o total de impostos pagos pelos “ricos”, outro mito espalhado pela imprensa engajada, também aumenta consideravelmente, o que não é mera questão de opinião como os números provam.
No corte promovido pelos governos Harding e Coolidge, a parcela de impostos paga pelos mais ricos do país (renda anual acima de US$ 50 mil na época) aumentou de 44,2% para 78,4%. Menos impostos, mais investimentos e mais formalização, menos incentivo para driblar o fisco, um privilégio de quem tem os melhores advogados e contadores.
Durante a vigência das medidas liberalizantes de JFK (1963-1966), a arrecadação de impostos dos mais ricos aumentou nada menos que 57% enquanto a parte dos mais pobres no bolo caiu 11%. A fatia paga pelos ricos no total arrecadado passou de 11,6% para 15,1% no período. Alíquotas menores, maior a fatia dos ricos, o que em parte explica a aversão de parte da grande imprensa às medidas.
Como não poderia deixar de ser, durante o governo Reagan o total de impostos pagos pelos 10% mais ricos pulou de 48% (1981) para 57,2% (1988). Se você olhar para a tão falada faixa dos 1% mais ricos, o aumento foi ainda mais impressionante: de 17,6% (1981) para 27,5% (1988) no total arrecadado. Mais uma vez, menores alíquotas levaram a uma maior participação dos ricos na arrecadação.Trump criou as condições para um novo ciclo de crescimento, investimento e prosperidade na maior economia do mundo, o que leva a mais qualidade de vida, desenvolvimento humano, oportunidades e empregos para todos. É isso que a imprensa deveria estar comemorando, em vez de perder o sono junto com os socialistas e estatistas de todos os lados.